É uma das minhas regras sempre que acompanho ou partilho os meus conhecimentos: fazer o que proponho e ensino.

Só assim poderei ter uma ideia do quanto custa e dói, mas também do muito que ajuda realmente aquilo que sugiro nas minhas sessões e aulas.

Em mim, testo formas de propor ferramentas de autocuidado e sanação, experimento tudo, tento simplificar e descomplicar, para que seja fácil e possível incluí-las nas rotinas do dia a dia.
Quanto mais simples, mais próximo da essência – acredito mesmo nisto.

Por “simples” não quero dizer “fácil” ou “sem compromisso”. Bem pelo contrário. Quanto mais simples, mais chamada sou ao compromisso. Ao compromisso comigo, com a minha essência.

Não precisamos de programas complexos e muito dispendiosos para nos encontrarmos connosco, para nos olharmos com compaixão, cuidado, amor, carinho e presença. Precisamos, sim, de parar, de prestar atenção e fazer aquilo que nos está a ser pedido.

Para descobrir o que me é pedido a cada momento, a mim ajuda-me sempre a escrita terapêutica e a meditação, mas também a atividade física, como caminhar ou alongar (como tinha acabado de fazer, esta manhã, aqui em casa antes de tirar esta foto).

E tu, sabes o que te está a ser pedido neste momento?


Texto publicado originalmente no Instagram e Facebook no dia 11/02/2025